5 dicas para planejar sua importação têxtil e ser mais competitivo

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A participação de produtos importados no consumo brasileiro de vestuário  tiveram aumento em 2017 tanto na quantidade (22%, com 1,34 mil toneladas) quanto nos valores (21%, com US$ 5,1 bilhões), segundo estimativa da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

Para ser bem sucedida, no entanto, a importação têxtil precisa ser bem planejada. O planejamento logístico, por exemplo, ajuda a definir os melhores fornecedores e as melhores opções em rotas e modais para transporte. As escolhas ajudam a diminuir o tempo de espera, detectar preços competitivos e encontrar portos, aeroportos e regimes fiscais que ofereçam vantagens à operação.

Com um planejamento correto, as importações diminuem custos e riscos. Veja abaixo cinco dicas para tornar a importação um pilar importante para o crescimento dos seus negócios. As orientações são do coordenador comercial da Allog International Transport, Carlos A. de Souza.

importação têxtil

1) Programação

A maior parte dos produtos têxteis importados compõe uma coleção com base nas estações do ano aqui no Brasil. Desta forma, o importador deve na ponta do lápis ter a programação desde o fechamento do pedido junto ao exportador na origem até a chegada da mercador e sua liberação pela Receita Federal no destino. Qualquer falha neste processo pode comprometer as vendas de uma coleção inteira.

2) Foco nos Embarques FCL

Sempre que possível o importador deve negociar uma quantidade de produto que possibilite um embarque FCL (Full Container Loaded). Com isto, segundo o coordenador comercial da Allog, ele otimiza sua compra, facilita a logística na origem, viabiliza a escolha de rotas diretas quando possível e, principalmente, evita surpresas na liberação da carga no destino, já que muitas vezes o embarque consolidado trava devido à inspeção fiscal.

3) Utilize a estrutura de seu freight forwarder

Caso sua importação não lhe possibilite um embarque FCL de somente um fornecedor, procure utilizar o Warehouse do seu agente de cargas para consolidar os pedidos dos exportadores. Desta forma a otimização de toda carga pode lhe possibilitar um embarque FCL.

4) Foco na qualidade da logística e não no preço

Na maioria das vezes, as negociações de produtos têxteis têm uma boa margem de lucro ao importador, principalmente pelo valor agregado dos produtos no ponto final de venda. Não economize alguns dólares por um frete mais barato, escolhendo uma rota com 50 dias de trânsito e 2 transbordos, por exemplo. Esta economia pode sair caro, já que você trabalha com prazos específicos no destino para colocar sua coleção nas lojas. “A cada transbordo a carga fica exposta a muitas variáveis que podem gerar atrasos indesejáveis”, observa Souza.

5) Tenha o modal aéreo como opção

O modal aéreo é uma opção para enviar amostras para novos fornecedores e peças em nova coleção. Além disso, o embarque aéreo pode salvar alguma demandada urgente que o importador tenha compromisso e precise da velocidade e agilidade logística que só o modal aéreo consegue atender. Claro que, para esta agilidade, o transporte aéreo é mais caro que o marítimo.

Artigo produzido por:
Carlos A. de Souza, Coordenador Comercial  da Allog.

 

 

Veja também:

http://allog.com.br/blog/5-passos-para-planejar-sua-importacao/

http://allog.com.br/blog/cargas-perigosas-imo-como-lidar-com-elas/

http://allog.com.br/blog/noticias-do-mercado/uso-de-isotank-e-flexitank-tem-demanda-aquecida-no-brasil/

 

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