Transporte marítimo e pós-greve dos caminheiros são temas do último dia da Semana Cultural Allog

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O treinamento e o desenvolvimento nas empresas asseguram sua competitividade no mercado, interferindo diretamente nos resultados. Uma boa gestão, aliada à constante atualização de equipe, capacita e desenvolve habilidades diversas de colaboradores, trazendo benefícios de curto a longo prazo. Conforme Alex Oliveira, diretor presidente da Allog, apostar no aprimoramento da equipe foi o principal objetivo da Semana Cultural Allog.

Realizada entre 11 e 13 de setembro, a terceira edição da Semana Cultural reuniu colaboradores, clientes e convidados da empresa para ouvirem profissionais do mercado sobre felicidade no trabalho, operações marítimas, mercado aéreo, exportação de madeira, desafios no embarque de carga líquida e cenário logístico nacional no pós-greve dos caminhoneiro.

De acordo com Bernardo Brügger, Senior Regional Manager da Hamburg Süd, a iniciativa da Allog é importante, pois possibilita aos colaboradores conhecerem um pouco mais do mercado, tanto por parte dos exportadores como dos fornecedores. “Para a Hamburg Süd é sempre uma satisfação agregar um pouco deste conhecimento e compartilhar sobre o dia a dia da empresa”.

Em sua palestra, Bernardo fez um balanço do cenário mundial do transporte marítimo, com ênfase para o que está acontecendo no Brasil e na América do Sul – desafios e oportunidades. O palestrante comentou, também, sobre a tendência de ocupação plena dos navios (mercado em geral) com o aumento das exportações.

Último palestrante da Semana Cultural da Allog, Rafael Morsch, Diretor de Transportes do Tecadi, avalia que a Allog tem grande mérito em organizar a semana, além de possibilitar aos profissionais mais novos ampliarem seus conhecimentos e ficarem mais experts em assuntos da logística. “Nós temos o compromisso de passar o conhecimento para os colaboradores mais jovens das empresas e a Allog faz isso muito bem, trazendo este debate para o ambiente corporativo”, resumiu.

Rafael foi convidado para falar sobre o cenário logístico nacional no pós-greve dos caminhoneiros. Segundo ele, o que rege o frete é o mercado, os motoristas precisam ser respeitados e o sistema tem que ser eficiente. Ele explica que um caminhoneiro perde muito tempo na boleia do caminhão aguardando ajustes burocráticos ou entraves logísticos, como a demora para carregar e descarregar. Mesmo assim, Rafael entende que o transporte rodoviário pode ser sempre menos complexo, dependendo do parceiro que você escolhe.

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