8 momentos inesquecíveis da Copa do Mundo

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Desde a primeira edição da Copa do Mundo FIFA, em 1930, no Uruguai, momentos marcantes fazem parte da história das competições. A competição criada pelo francês Jules Rimet, em 1928, após ter assumido o comando da instituição mais importante do futebol mundial, a FIFA (Federation International Football Association), ainda é mais conhecida no Brasil pelo antigo nome (apenas Copa do Mundo) e também conhecida em Portugal como Campeonato do Mundo de Futebol.

Confira 8 momentos marcantes e inesquecíveis da competição.

1) O milagre de Berna

Os alemães operaram um verdadeiro milagre na cidade suíça de Berna na Copa de 1954. De forma totalmente inesperada, derrotaram o time comandado pelo craque Puskas, o “Major Galopante”, num dos jogos mais surpreendentes da história do futebol. Na primeira fase, a Hungria havia massacrado os reservas alemães por 8 a 3. Na final, foi o time adversário que endureceu e derrotou os favoritos por 3 a 2. O episódio foi tão marcante que deu origem ao filme “O Milagre de Berna”, de 2003. A seleção húngara, que encantava o mundo desde 1952 quando foi campeã olímpica, acabaria sem conquistar nenhuma Copa, já que sua geração de craques foi dispersada em 1956, perseguida pelo regime comunista. Exilado na Espanha, Puskas integraria o histórico e supervencedor time do Real Madrid das décadas de 50 e 60.

2) A Superação de Beckenbauer

Superação. Essa palavra define a atuação do “Kaiser” Beckenbauer na histórica semifinal contra a forte Itália, na Copa do México. Perdendo por 1 a 0 desde os 8 minutos do primeiro tempo, os alemães chegaram ao empate apenas aos 45 minutos da segunda etapa. O craque alemão deslocou o ombro durante o período, mas não pôde deixar o campo porque todas as substituições já haviam sido realizadas. A determinação de Beckenbauer, o camisa 4 da Alemanha e que jogou com uma tipóia, não impediu a derrota alemã em uma prorrogação histórica: cinco gols em poucos minutos definiram o triunfo da Itália por 4 a 3. O astro seria recompensado com um título mundial quatro anos mais tarde.

3) Derrota do futebol-arte

Vinte anos depois de conquistar sua primeira Copa, a Alemanha Ocidental voltou a surpreender o mundo. Naquela que é considerada uma das maiores derrotas do futebol-arte na história das Copas, o Carrossel Holandês, que sob o comando do craque Johan Cruijff e do técnico Rinus Mitchels revolucionou a tática do futebol, foi superado pelo time alemão por 3 a 1. A Holanda chegou a abrir o placar logo no inicio do jogo, mas permitiu a virada alemã. A derrota lançou uma sombra de desconfiança sobre a eficiência do futebol-espetáculo praticado pelo Holanda.

4) A decepção de Zico

Após a decepção de ver o Brasil eliminado na segunda fase da Copa de 1982, o técnico Telê Santana buscou a redenção no Mundial seguinte. No papel, a equipe da Copa do México era inferior, mas a boa campanha até as oitavas de final empolgou a torcida. Nas quartas de final, uma pedreira contra a França. No segundo tempo, com o jogo empatado em 1 a 1, coube ao ídolo Zico, que havia acabado de entrar, a responsabilidade de bater um pênalti decisivo. O Galinho teve a cobrança defendida pelo goleiro Bats e o jogo foi para a prorrogação, que terminou sem gols. Invicto, o Brasil acabou derrotado por 4 a 3 nos pênaltis e o atacante que encantou o mundo na década de 1980 encerrou a carreira sem o título da Copa.

5) Argentina vence “missão impossível” contra o Peru

Em casa, a Argentina jogava sob pressão do governo militar para conquistar seu primeiro título mundial. No entanto, o time chegou às semifinais com uma grande desvantagem na tabela. A única chance de tirar o Brasil da decisão seria bater o Peru, que vinha apresentando um bom futebol, por uma diferença de pelo menos quatro gols. Pois o time da casa venceu por 6 a 0, em uma partida sob forte suspeita de suborno. Em seguida, garantiu o título após derrotar a Holanda por 2 a 0 na final.

6) Maradona e a “mão de Deus”

A Copa do Mundo de 1986 teve um dono, o grande craque Diego Maradona. Nas quartas de final, num dos jogos mais lembrados e mais polêmicos da história da competição, a Argentina derrotou a Inglaterra por 2 a 0, com dois gols de Maradona. No primeiro, o craque partiu do meio de campo e foi driblando meio time inglês para marcar aquele que é considerado o gol mais belo de todas as Copas. Mas como se isso não bastasse, também marcou, no mesmo jogo, o mais polêmico: com uma ajudinha da famosa “mão de Deus”, deu a vitória à Argentina, que seria bicampeã mundial.

7) A honra dos ingleses e o gol que nunca entrou

Inventores do futebol, os ingleses jamais haviam conquistado uma Copa do Mundo. Por isso, o título em casa era visto como uma obrigação em 1966. Na final, o empate em 2 a 2 com a Alemanha Ocidental levou a decisão para a prorrogação. O título veio num chute de Geoff Hurst, que nunca entrou. A bola bateu no travessão e quicou em cima da linha. A arbitragem, provavelmente influenciada pelo clima favorável aos ingleses, validou o lance, que até hoje é polêmico. No fim, Hurst ainda marcou mais um, tornando-se o primeiro jogador a marcar três gols numa final de Copa do Mundo. Com a vitória de 4 a 2 sobre a Alemanha, a honra dos inventores do futebol estava salva.

8) Viradas brasileiras de tirar o fôlego

No Mundial de 1958, que revelou ao mundo o talento de Pelé – com apenas 17 anos de idade –, a equipe voltou à decisão. A Suécia, dona da casa, saiu na frente com apenas três minutos de jogo. Didi, um dos líderes do Brasil em campo, mostrou tranquilidade: pegou quase dentro da rede e a levou calmamente para o meio-campo. Seis minutos depois, o alívio: Vavá empatou. Foi a deixa para a seleção canarinha se impor e vencer o jogo por 5 a 2. Até hoje, é o maior placar em uma final de Copa do Mundo. Quatro anos mais tarde, no Chile, o Brasil estava de novo na final. Aos 15, Masopust colocou a Tchecoslováquia na dianteira. Mais uma vez, o time verde e amarelo mostrou sua capacidade de reagir: em apenas dois minutos, Amarildo empatou. No segundo tempo, gols de Zito e Vavá garantiram o bicampeonato brasuca.

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