Um projeto de exportação de ônibus conduzida pela Allog vem conectando Brasil, Colômbia e México em uma operação logística internacional que integra diferentes etapas industriais com precisão, ritmo e inteligência. O que começa no Brasil como chassis de ônibus ganha forma na Colômbia e chega ao México como veículos completos, prontos para rodar.
A dinâmica é simples, mas a execução exige planejamento. Os chassis saem do Brasil com destino à Colômbia, onde são transformados em ônibus completos por encarroçadoras locais. Em seguida, seguem para o México finalizados, prontos para operação. O processo é sequencial e cada etapa depende diretamente da anterior, de modo que qualquer desalinhamento pode comprometer toda a cadeia. Nesse contexto, a Allog assume um papel central.
“A gente não está falando apenas de transporte. Estamos falando de integração total entre produção, prazos comerciais e logística internacional. É uma engrenagem que precisa girar perfeitamente”, explica Carolina Frei, gerente de Contas de Carga Projeto do Grupo Allog.
Somente em 2025, foram 300 chassis enviados à Colômbia e outros 300 ônibus completos reexportados ao México. Para 2026, a expectativa é a continuidade e crescimento. A demanda segue aquecida e a tendência é de expansão dos embarques conforme novos contratos avancem.

Exportação de ônibus: controle de timing e alinhamento com a produção
Essa operação acontece por meio de rotas estratégicas que conectam os principais hubs logísticos da América Latina. Os embarques saem do porto de Santos, passam por Cartagena e seguem até Veracruz. São corredores que exigem controle rigoroso de timing, disponibilidade de navios e alinhamento com a produção.
>>> Leia também – Carga Projeto: Como transportamos a maior roda-gigante da América Latina
“O maior desafio está na sincronização. Os chassis precisam chegar no momento certo, para a montagem acontecer dentro do prazo, para o ônibus finalizado encontrar o navio disponível. Quando uma dessas variáveis muda, toda a operação precisa se adaptar rapidamente”, destaca Carolina.
Com ampla experiência no setor automotivo, a Allog domina as particularidades desse tipo de carga, desde o planejamento de volumes até o relacionamento com armadores, garantindo previsibilidade, segurança e fluidez em operações de alta complexidade.
Esse mesmo padrão de excelência se reflete em contratos contínuos de exportação de caminhões para o México, estruturados para garantir estabilidade ao longo de três anos. Com embarques regulares via modal marítimo ro-ro, a Allog assegura espaço nos navios com médias mensais entre 70 e 90 unidades.
“Buscamos centralizar a gestão logística e atuar como elo entre cliente e armador, mesmo em operações onde o cliente não possui relação direta com os operadores marítimos”, finaliza.

