Cadeia de suprimentos: sincronização dos fluxos é a chave para a gestão

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A chave para uma boa gestão da cadeia de suprimentos é a sincronização dos fluxos entre os elementos desta rede. É nesse contexto que surge o SCM (Supply Chain Management), um sistema de gestão pelo qual as empresas entregam seus produtos aos clientes em uma rede interligada. Estudos mais recentes mostram que, no Brasil, 23% das empresas percebem o impacto positivo da adoção de uma metodologia estruturada de SCM.

Os fluxos de gerenciamento da cadeia de suprimentos podem ser divididos em três principais: o fluxo de produto, o fluxo de informação e fluxo de finanças. O fluxo de produtos inclui o movimento de mercadorias de um fornecedor para um cliente. Também prevê qualquer devolução de clientes ou necessidade de serviço extra. O fluxo de informações envolve a transmissão de pedidos e a atualização do status da entrega. O fluxo financeiro consiste em sistema de crédito, cronogramas de pagamento e acordos de propriedade.

cadeia de suprimentos

A chave para uma boa gestão da cadeia de suprimentos é a sincronização dos fluxos entre os elementos desta rede. É nesse contexto que surge o SCM (Supply Chain Management), um sistema de gestão pelo qual as empresas entregam seus produtos aos clientes em uma rede interligada. Estudos mais recentes mostram que, no Brasil, 23% das empresas percebem o impacto positivo da adoção de uma metodologia estruturada de SCM.

Os fluxos de gerenciamento da cadeia de suprimentos podem ser divididos em três principais: o fluxo de produto, o fluxo de informação e fluxo de finanças. O fluxo de produtos inclui o movimento de mercadorias de um fornecedor para um cliente. Também prevê qualquer devolução de clientes ou necessidade de serviço extra. O fluxo de informações envolve a transmissão de pedidos e a atualização do status da entrega. O fluxo financeiro consiste em sistema de crédito, cronogramas de pagamento e acordos de propriedade.

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A Allog, empresa especializada em gestão de logística internacional, acredita que ter um sistema próprio para manter os fluxos de mercadorias, informações e financeiro traz transparência, flexibilidade e controle para o contratante de serviços logísticos.

O fluxo de cargas internacionais passa por muitas etapas até que a mercadoria saia do exportador e chegue no importador. Já a visibilidade que se tem ao contatar um especialista na gestão da sua mercadoria traz transparência. Além disso, agrega valor ao fluxo de informações na sua cadeia de fornecimento. O controle financeiro correto para as operações na cadeia logística facilita que o importador possa trabalhar de forma transparente.

Ter gestão logística especializada em seu segmento e contratar um agente de cargas com quem possa contar desde a logística de armazenagem, picking e packing, consolidação de cargas na origem, assim como toda a gestão de cargas, modais de transporte até a mercadoria chegar ao destino final, reduz lead time e riscos e agrega valor na operação, podendo reduzir custos e maximizando recursos da melhor cadeia logística de ponta a ponta.

O Supply Chain Management é a combinação de “arte e ciência” com o objetivo de melhorar a maneira como a empresa encontra os componentes brutos de que precisa para produzir um produto ou serviço e entregá-lo aos clientes. A seguir, cinco componentes básicos do SCM.

Plano de ação

Esta é a parte estratégica do SCM. As empresas precisam de uma estratégia para gerenciar todos os recursos que atenderão a demanda do cliente. Uma grande parte do planejamento de SCM desenvolve um conjunto de métricas para monitorar a cadeia de suprimentos. O objetivo é para que seja eficiente, custe menos e ofereça alta qualidade e valor aos envolvidos na cadeia.

Fornecedores (sourcing)

Em seguida, as empresas devem escolher fornecedores de bens e serviços necessários para criar seu produto. Os gerentes da cadeia de suprimentos devem desenvolver um conjunto de processos de preços, entrega e pagamento com fornecedores e criar métricas para melhorar os relacionamentos. Em seguida, os gerentes de SCM podem reunir processos para gerenciar seus estoques de bens e serviços. Isso inclui o recebimento e a verificação de remessas, transferindo-os para instalações de produção e autorizando pagamentos de fornecedores.

Execução de pedidos/demandas

Este é o passo de fabricação. Os gerentes da cadeia de suprimentos agendam as atividades necessárias para a produção, teste, embalagem e preparação para a entrega. Essa é a parte mais intensiva em métricas da cadeia de suprimentos. É o momento em que é possível medir os níveis de qualidade, a produção e a produtividade do trabalhador.

Logística integrada

Esta é a parte que muitos insiders de SCM chamam de logística, em que as empresas coordenam o recebimento de pedidos, desenvolvem uma rede de armazéns, escolhem transportadores, modais, formam preços logísticos, prezam por qualidade e “lead time” para a operação ser eficiente e levar os produtos de ponto A até ponto B. Além disso estabelecem um sistema de faturamento para receber pagamentos.

Retorno ou logística reversa

Isso pode ser uma parte problemática da cadeia de suprimentos para muitas empresas. Os planejadores da cadeia precisam criar uma rede responsiva e flexível. A meta é receber produtos defeituosos e em excesso de seus clientes e oferecer suporte aos que têm problemas com itens entregues.

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